(PT) CEO da Sunew é finalista do Prêmio Veja-se14/08/2018

Em 2017 o Brasil ultrapassou o marco de um gigawatt de capacidade instalada para a captação de energia solar. O número, suficiente para o abastecimento de 500 000 domicílios, só foi alcançado por outras trinta nações. Entretanto, ainda é inexpressivo se consideradas outras fontes energéticas e representa apenas 0,82% da energia produzida no Brasil. No momento, empresas estrangeiras são maioria na operação das mais de 28 000 usinas solares existentes no país, pois tem mais experiência que as companhias locais. Mas uma parceria com a Suíça pode dar ao Brasil independência no setor por meio do desenvolvimento da terceira geração de painéis solares.

Essa possibilidade surgiu com o recifense Tiago Alves, de 44 anos, um engenheiro com um currículo típico dos inovadores do Vale do Silício. Ele estudou na Universidade de Cambridge na Inglaterra, e Harvard, nos Estados Unidos, e passou por grandes empresas de tecnologia, como IBM e BellSouth. Sempre se interessou pelo mundo dos investimentos e startups. Depois de morar por dez anos na Inglaterra, trabalhando no mercado de capitais, foi convidado pelo CSEM Brasil – um centro de pesquisa inspirado em seu homônimo suíço – a liderar uma pesquisa sobre painéis solares em Belo Horizonte. Com o aporte de 100 milhões de reais do fundo de investimento Fir Capital, do qual também faz parte, Alves iniciou, em 2009, um estudo sobre condutores orgânicos de energia solar, o material que compõe os painéis que captam a energia do Sol. A ideia era aperfeiçoar a tecnologia criada na década de 90 pelo Americano Alan Jay Heeger e produzir uma versão mais eficiente e versátil. Após cinco anos, o OPV (Organic Photovoltaic, na sigla em inglês) estava pronto.

Confira a reportagem completa aqui.

Fonte: Revista VEJA Edição 2595 | 15 de agosto de 2018


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